Não te Limites.
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Poeira que assenta
Coração que morre
Vivo de dia,choro de noite
Um corpo tentado por toques falsos
Nunca fui muito mais que um fantoche
É o vazio que me acorda todos os dias
Pedaços de alma,não me resta mais.
Coração que se assemelha a um salão de dança vazio.
Gostava de acordar outra vez
Ambiciono ter aquele instante eterno de novo
De quando te vi pela primeira vez
Quimeras de desejo, num corpo que já não me pertence
A voz ensanguentada diz o que sempre disse
O fim está sempre mais perto do que longe
Tenho demasiado cantos dentro de mim, onde posso sofrer
Um mar de dúvidas cheio de maus afluentes
As memórias existem para nos atormentar
E assim, acabo como comecei,sem nada.
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