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Não te Limites.

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ESCRIAR #75 - BANALIDADES #65

A minha hipófise anda enrolada com o meu escroto. Pronto, já me sinto aliviado.
A minha pila que o diga. Depois de um começar tão atípico na atipicidade que me é característica vamos entrar para o carrossel da loucura. Palhaços que não passam disso mesmo, cavalos que gostavam de ser póneis, para passar em buracos de fechadura e pessoas que ainda jogam à sirumba.

Meu ouvintes de blogs, meu público invisível, só não vos chamo leitores, porque não se sentiriam identificados. Este blog para muitos considerado como o apogeu da loucura e do humor, para outros a última lixeira a céu aberto. Espero que os últimos estejam certos. Adoro escrever sobre merda.

Esta é parte em que rejubilam, coisas fofinhas próprias de um casal que já se perdeu de amores e no tempo. Vou-vos mandar foder. O dinheiro está no sítio do costume. Ficam tão bonitos vestidos de atmosfera. Ideias peregrinas que não precisam sair do sítio, para vingar.

Vou extravasar.

Penico erudito que quando usado o som do xixi torna-se na mais bela das músicas, adoro beber dos grandes artistas. O telegrama e o José Rodrigues dos Santos estão de costas voltadas. Freud gostava muito de ir ao IKEA, se estivesse vivo. Há políticos honestos. Na mesma floresta também existem unicórnios. O emprego da minha avó é fazer boa sopa. Quem fez o mundo  foi uma avó, a “SOPA”. Quem quer tomar conta da internet é uma avó. Adoro ovos a cavalo. Gosto de ir a corridas de jóqueis, os cavalos apostam sempre no cara errado. A vida é uma moeda, é por isso que somos uns vendidos.  E o interessante da vida resume-se a folhas esbranquiçadas. És tu que escreves, sem dom, sem crença, ainda assim escreves. Vou parar, estou a correr o risco de parecer demasiado inteligente. Pronto. Já não corro. Vamos andar? Estúpido de certeza. Inconsciente? Claro, a consciência está em lay-off. Para acabar este rol de nonsense delicio-me com um gelado anónimo.

Adoro jogar anões para cercas electrificadas e vê-los fritar. As moscas aplaudem tamanha estupidez.  Não estou em mim. Fui às compras.

Estava a pensar numa piada, e varreu-se, metia uma vassoura. Fica para a próxima.

ESCRIAR #74 - BANALIDADES #64

Olá minhas pilinhas de estufa. Está um tempo húmido lá fora, não está? Acho que não, apenas gosto de criar intrigas. Um jornal matutino um dia saiu à noite e perdeu-se na página da necrologia. Vamos aos abraços amiúde, sexo com pessoas sem credo definido, e malabarismos com palavras ditas por acaso?  Adoro o vosso olhar quando estão a pensar cruzar um limoeiro com uma capivara. Percebo, as hipóteses são infindáveis.

Apetece-me extravasar e falar de coisas banais como a política portuguesa polvilhada com canela e uma rodela de limão, não bebam destas coisas, é uma tontura vitalícia. Que o diga a Terra, que está sempre com a cabeça andar à roda.

O pinguim liga o grelhador para assar blocos de gelo. Pinguim que é pinguim gosta de fotografia a preto e branco.  Adoro churrascos em companhia de pinguins.  É o frio e o calor a dançar na mesma grelha. O meu par? A Sónia Brazão, claro está. O elefante é um mamute metrossexual. A National Geographic ainda não tocou neste assunto, nem no que acontece nas tendas das filmagens à noite. As pessoas vêm todo o dia animais a pinar, é normal, e para rematar usando a expressão que fica sempre bem em qualquer altura, ainda mais nesta, porque é uma frase a dar para o comprida, a Natureza humana tem destas coisas.

A estupidez é uma espécie de pólen. O pólen também é uma espécie de pólen. E as abelhas sabem-no. As abelhas são uma espécie de zebras com asas, com tons de primavera. No outro dia atropelei uma zebra. Tenho um hobbie de pintar passadeiras em sítios esquisitos. Atropelei uma zebra num campo de golf.  Faço passadeiras em campos de golf. Já fazia falta. Para os peões. É o desporto de pessoas cultas. Assim como o xadrez.
Inspiro. Segunda de mão.  Imiscuir poupança? 

Despeço-me sussurrando uma palavra, grito.



Curto e grosso

Curto e grosso é uma página de Facebook criada e mantida por mim, onde coloco frases de humor negro, nonsense, aforismos, brincadeirismos, e verdades simples, consoante o espírito, a crença e o momento.
Mais de 780 frases na página até ao momento, uma página actualizada todos os dias ou coisa que o valha.

Link:

https://www.facebook.com/curteegrosso

Façam-se fãs, partilhem, comentem, convidem amigos, a página é vossa.
Obrigado.

Curto e fino

Curto e fino é uma página de Facebook criada e mantida por mim, onde coloco frases mais ou menos profundas, consoante o espírito, a crença e o momento.
Mais de 340 frases na página até ao momento, uma página actualizada todos os dias ou coisa que o valha.

Link:

https://www.facebook.com/curtoefino

Façam-se fãs, partilhem, comentem, convidem amigos, a página é vossa.
Obrigado.

Tiraste-me o céu, não tenho mais para onde olhar. Tiraste-me o chão, não tenho o que pisar. O passado segreda-me ao ouvido. As memórias tecem um colete-de-forças. Sinto-me preso no escuro. Os ecos não repetem o que digo. Pássaros fadistas iluminam a minha desgraça. O encanto apodreceu. O medo tem medo de mim. Hoje e o amanhã, é mais do mesmo. O que sobra quando nos levaram tudo? O que nos faz rir, quando nos coseram a boca? O que te faz chorar, quando tu és a própria mágoa? O que dizes, quando já disseste tudo? Quem te agarra, quando ninguém tem uma mão disponível? Já enterrei tantos sonhos. Desisto de mim, a cada segundo que passa.  Não sei como acabar os meus pensamentos. Escondo-me atrás dos meus medos. Lá fico, até que me chamem para partilhar tristeza. Tanto para partilhar… 

Sexo de almas #1

Sou a pele seca, de um sonho que serpenteou para longe. No escuro ainda te sinto. Devoras-me alegrias a sangue frio. Um piano mudo, assim é o meu coração. O meu corpo sente a tua falta. A alma que habita em mim, fechou-se sobre si mesma. Não existo. Sombras que tomaram conta de mim. Recordo o teu perfume, omito a tua falta com uma solidão sem significado. Estou a ruir. Perco-me nos meus segredos. As nossas noites eram únicas, ficava a ouvir os nossos corpos falarem. Possui-te numa noite estrelada. Todas as estrelas estavam com os olhos postos em nós. Os teus gemidos ficaram-me gravados na alma. Estão em loop dentro de mim. Força e a delicadeza que só o amor pode ter, levava-nos a uma loucura propositada.  Pautavas essas noites com rugidos. Minha felina. A tua presa, tem saudades tuas.

A 2 passos do abismo #1

Não me conheces. O tempo acaba por diluir a proximidade. Ficas perdido no meio de relações dúbias, certezas difusas. Tudo em mim é superficial, menos o choro, cada vez mais intenso, mais verdadeiro, mais meu.  O que afinal era sólido, pode ser derrubado pela mais suave das brisas.  Um fraco forte, dançando com ilusões, que não te camuflam, apenas faz-te parecer mais parvo. O tempo leva tudo. Leva-te e os amigos e as amizades. Leva-te os familiares, as certezas. Leva o futuro, traz-te o passado, leva as certezas apresenta-te as incertezas. Vou do apático ao abismo num segundo. A felicidade é uma fachada, o interior é oco, falso. As desilusões acabam-me por trazer à realidade. As fantasias são tudo o que posso tocar no vazio. O que escrevo não tem sentido, queria procurar um significado para a vida, assim repouso a minha alma. Não sou demasiado ambicioso, apenas queria as alegrias que me roubaste. Nunca acreditaste. Tenho pena dos meus sentimentos, agora abandonados, entregues ao frio da solidão. Perfaço a alma, com solidão, porque o contrário é inatingível, distante.  Porque me levaste, o que tinha de melhor? Porque me levaste quem eu mais gostava?  Sei que a morte me seduz, e um dia vou acabar por ceder, ainda que seja contra vontade, mas será que a vida não tem mais para me oferecer?
Resta-me uma colher de verdade, com que como fantasias, dia após dia. Nunca estarei saciado. Levaste-me tudo, leva-me a mim também.

ESCRIAR #73 - BANALIDADES #63

Não vos conheço, ainda assim sinto falta de vós. Espero que existam, se não teriam que me internar.E não existindo, é capaz de ser um bocadinho trabalhoso. E nos dias que correm, isso é visto com maus olhos. Sobretudo pelos vesgos. Pelas outras pessoas, é o pão nosso de cada dia. Se a vida é o pão nosso de cada dia, será por isso que os sem-abrigo só precisam de vinho para sobreviver? Não é preciso ler os jornais para ser notícia. Basta distribuir jornais gratuitos.
Nem vos vou insultar, vou só tirar-vos as ramelas, e prossigo viagem.

Vou extravasar.

O que faz falta no mundo, é pastilhas com sabor a rabinho de bebé. Se o mundo é redondo,  porque é que há planisférios? Se há máquinas de lavar, porque é que não há máquinas de sujar? A masturbação é um tema batido. Assim como a violência doméstica. Assim como as estradas portuguesas. Resta-me pouco para falar. Mas esse pouco transborda. O copo já está partido. Transborda por baixo. Os Naprons já viveram a sua golden age. Os ciganos nunca tiveram uma, é por isso que roubam tanto. Um chinês invisual continua a ter olhos semicerrados. Há sítios em que o café custa 2 euros ou mais. Gosto da água que lá servem.  A minha torneira gosta de mim. Sempre que toco nela, ela fica molhada.
Há garrafas por beber, bebedeiras por apanhar, gajas por violar, mas o que faz falta neste mundo é ter a Sport TV descodificada. Tenho dois vícios um é pistácios ou outro é gajas. Com aroma a pistácio. Há eremitas que gostam de convívio. Vivem é em sítios com pouca gente. Não facilita nada. Nunca fui ao cu de um padre. O contrário não tenho a certeza. Bebo demais. As noites estão a ficar estranhas. Tão estranhas que alguns ficam por lá. Mortos. Adorava balear a minha boneca insuflável. Adorava falar com o sapo cocas, sobre perninhas de rã. Gostava de dissecar a palavra felicidade. Mas deixei o bisturi em casa. E com faca aleija. Adoro velhinhas que saibam fazer mamadas. Adoro bailes de idosos. É uma espécie de funeral antecipado,com banda sonora. Já namorei com uma mulher chamava Iva. Tenho um pénis de 18,5 cm. Ela tinha um de 23 cm.  Se a economia está estagnada, então quem é que faz de mosca?  Portugal é um bom sítio, para o incesto. O adultério não hiberna. No entanto, alguns homens, são ursos o ano inteiro.

Ficamos por aqui, que tenho um crocodilo para apanhar. Tomem um pequeno almoço decente. O pequeno almoço é a refeição mais importante do dia. A seguir ao sexo. Beijinho no eremita que mora dentro de vós.

SENTIMENTOS SOLTOS #5

A minha mente é um fardo que carrego. Abraço o destino, sem acreditar nele. 

Limito-me quando respiro o infinito. Rebento sem fazer barulho. Por dentro sou eu.

Quero para mim, dou-te o que não tenho.

Quero para mim.

Apavoro-me com ideias insanas. Não são minhas. Agora são. Odeio cada mágoa que criei. Assalto-te. Fico nu para ti.

Na multidão sou um individualista. Cada dia é uma lição, então sou burro. Mérito, sem nunca ter feito grande coisa. Glória trémula, que pensa se deve ou não existir. 

Não sei o que quero para mim. Nasci, talvez. Morrerei, sim. Filho de um mundo que não me conhece. Morro ao lado do Diabo. Ele sabe. 
Vou-te mostrar algo que nunca vi. O amor. O resto são balelas. 

Sentimentos soltos #4

Mentiras que rasgam a minha realidade.

Casas abandonadas, identifico pedaços de mim em cada uma delas.

Esqueço-me do bom, lembro-me do mau.

A minha alma anoitece.

Esqueci-me de como dançava.

Imensidão, desconheço cada centímetro dos outros.

Arrefeço os pés. Aqueço as asas.

Calmas que dormem, em quartos alugados.

Deixaste-me no frio.

Arrepio-me cada vez que inspiro.

A minha sorte é a imaginação.

Imagino situações que nunca existiram. Essas são as minhas memórias.

Por dentro já nem existo.

Sussurro desespero para ninguém ouvir.

Nunca soubeste.

Nunca te disse.

Sempre senti.

Ouvi, o que nunca te disse, vezes sem conta.

Silêncio, a banda sonora dos deprimidos.

Desgasto-me de cada vez que respiro.

O preço da vida é a própria vida.

O frio do mundo que criei aquece-me todas as noites.

ESCRIAR #72 - BANALIDADES #62

Hoje é greve. Fico por aqui. Até amanhã.

À pouco estava nu numa das artérias de Lisboa. Metade das pessoas que se passeavam nessa via, morreram de enfarte. As que não morreram, gostam de elefantes. Um indiano disse logo, se podia dar uma voltinha. Não, o elefante não é montado por crianças.

Estou todo assado, disse um senhor que trabalha numa churrascaria, nada contra, apenas quero uma dose batatas. Cumprimentos? Claro dos melhores. Porque dos normais já não me satisfazem. Não têm a sensação que as pessoas, estão cada vez mais exigentes, nos cumprimentos. Não chega colocar cumprimentos no fim de um e-mail, temos que colocar com os melhores cumprimentos. É por isso que não abro o spam, fico logo com ideias.

Adoro-vos, mas por favor marquem o suicídio para o fim-de-semana, gostava de assistir. Os amigos não são só para os maus momentos.

Vou reflectir.

Tenho gigas em discos de vinil. Procuro em vão, por pinguins. Vou à praia de fato e gravata. A Maia ainda não me comeu. Já fui Budista, mas depois reflecti e vi que não era para mim. Já fui Homossexual, depois descobri que a Angelina Jolie era uma mulher. A segunda punheta demora sempre mais tempo que a primeira, o prazer é variável. As mulheres masturbam-se mais que os homens. Os mulheres fingem orgasmos. Os homens ejaculam.  Os meus pais biológicos gostariam de conhecer os seus filhos adoptivos. Sou do tempo do escudo. O Afonso Henriques foi do tempo da espada. Já fui manequim, agora sou modelo. A minha namorada não sabe. Apaixonou-se pelo Merlin que pesquei no Sahara. O Merlin já foi feiticeiro, perdeu a batalha da sua vida, agora é um peixe. Já fui ciclista, agora sou um feijão. Não sou João. Dou conta de muita coisa, a matemática não serve para nada. Procurei uma vida menos agitada, agora sou Barman.
Procurei a luz, tive um acidente. Não inventei a roda, nem a estupidez. Mas no que toca à parvoíce sou um cogumelo. Apareço em algumas alturas do ano. Não sou drogado. Não gosto das roupas que eles usam. Não sou mulher, não gosto das pilas que elas usam.  Mamada é uma metáfora. Para alguns, é difícil de engolir.

Pausa. Está um belo tempo para demolhar gambozinos. Sabem do que é que sinto saudades? Da palavra alavancagem económica, dita por dois Alentejanos depois da hora de almoço.

Despeço-me com a certeza de estar perdido. Roubaram-me o carro. Foi-se o GPS. Seguindo o fio condutor, o próximo tema será EDP. Mas será para outra altura. Não me apetece alongar e deixar frases a meio, ficaria estu…

ESCRIAR #71 - BANALIDADES #61

Este blog ainda gatinha, então nada melhor que falar de pedofilia. É um tema demasiado sério para começar, então ficamos pelo Holocausto, está bem? Se calhar vou contar aquela história do padre Nazi, que tinha um porco Judeu, que tinha uma mulher que o obrigava a cumprir com o Celibato. Casou e aderiu ao Celibato. Timming perfeito. Sei que vou estragar um pouco a história, mas o padre em questão não era pedófilo. Apenas gostava de conguitos. Existe relação? Claro que existe, ele achava as crianças negras uns doces. Agora perguntam vocês, como se fossem pessoas moralmente inatacáveis e só vão a funerais para matar tempo. Mas afinal, o padre é pedófilo? Não, apenas faz sexo com crianças negras. Onde é que entra o porco Judeu, na história? Não entra,era só para encher um buraco na história. 

Posto isto, podemos ir para o nosso ritual. Começou por ser só acasalamento. Cresceu para amor. Terminou numa ejaculação. Perpetua-se com a ajuda da violência doméstica. As mulheres dizem que é uma bela muleta para uma relação nos dias de que correm. Os dias que correm, mas só vemos o tempo com ampulhetas? Está faltando o essencial, não me esqueci de vós, respeito está sempre presente, por isso é que não preciso de dizer nada, desta vez. Ele fá-lo por mim. 


Onde é que será que anda o Pinóquio? Não sei. Tenho um amigo que era lenhador. Ele tem um megafone. E diz para cortar na classe política. Foi preso. Por ser demasiado literal. Que mundo é este que se reveste com capas, e onde os super-heróis não existem? Que mundo é este, onde Sá Pinto não perde a cabeça? Será que os ETS, podem estacionar os OVNIS, nos lugares dos deficientes? Será que os copos de água são cobrados no deserto? Fazer xixi nas calças, no deserto, ganha uma nova dimensão. Os flamingos estão sempre de pé, será que têm varizes? Será seguro dizer, que depois da tempestade, vem a bonança, ou é demasiado precipitado? E para fechar este rol de piadas, numa luta entre dois homens, o Castelo Branco e o Cláudio Ramos, quem é que ficará por cima? Era rapazinho para pagar. Para não ver. 
Parece que vieram de uma luta de galos, só bicos na cara. Isto é cara que se apresente à minha pessoa? Pelo menos metiam um saquinho do pingo-doce na cabeça. Assim não vamos a lado nenhum, são tetraplégicos? Gosto da vossa dicção, devem ser bons no sexo oral.Adoro-vos, estão al dente.

Vou extravasar.

Queria ser poeta. Só leio prosas. Gosto de sushi. Às vezes, deixo o esquentador ligado.O azeite do mini-preço não presta para frituras. Tenho um aquário com delícias do mar. Elas morreram. Não gostam de alface. Será que existe uma facção de agricultores, que é assumidamente ligado à pedofilia? Rabanetes, cenouras, favas tudo bebés. Quem é que põe mão nisto? Os manetas? 
Veio à baila, que o Stephen Hawking ia às putas. Isso é notícia? Notícia, era se não fosse. O charme do Stephen é limitado, sabe dançar ok. Mas dançar à robô já passou de moda. Juntar Física Avançada, com prostituição é arriscado. Mas aguento a tensão. Já ouviram falar de Teoria das Cordas? Não? Era apenas para tornar a piada fundamentada.
Eu sou sacana,mas quando traio, ofereço flores. Quem ganha? Eu, porque levo no focinho, e a florista que faz vida disto. Uma florista murcha é mau para o negócio. Só há um homem que pode mentir até se fartar. As mulheres até incentivam. É o Pinóquio de Diamantes. É duro. E brilhante. O melhor de dois mundos. Apesar de só conhecer um mundo, e não saber qual é segundo mundo que estamos a falar. 

Vou ligar a parvoíce, está bem?

Tenho uma amiga que se chama Sara, carinhosamente chamo-lhe plaqueta. Ela não sabe quem sou. Tudo o que tenho em mim, é apenas um vazio, gostava de ser astrónomo. Sou sem-abrigo. Ao menos, vejo as estrelas. A ursa polar pode ser caçada? Os Narvais gostam de espetadas? Os Icebergs ainda falam do Titanic? Será que os Rappers ouvem música? No escuro sou racista, na luz sou pedófilo. No lusco-fusco instala-se a confusão. Estou deprimido, mas saio sempre por cima. Ela fica debaixo. Sou muito mais que sexo. Sou virgem. De pensamentos estéreis. Sou intelectual. Nunca li um livro de trás para a frente. O amor passou. A mágoa ficou. Os homens choram sozinhos, as mulheres acompanhadas. Tenho segredos por revelar.  Sou ateu aos dias de semana, ao domingo vou à missa, ao sábado pratico a posição de missionário. Gosto do convívio. Ouço a minha voz interior. Não percebo o que ela diz. Engravidei uma menor. Quem me disse foi o pai dela. Ainda bem que não fui eu, disse ele. Tinha um cão. Gosto mais de gatos. Tenho um canário que não sabe cantar, chamei-lhe Toy. Já fui alegre. Agora sou português. Gostava de me besuntar com placenta e ir a Elvas, depois na volta ia à Casa Pia. Acho que o meu coração gosta de Hip-Hop, pelo menos a batida.
Gosto de Brasileiras virgens, também gosto de fantasia, também gosto de mulheres que se perdem num hipermercado.Tinha um vida sexual adormecida. Gosto de o fazer na cama. Rio-me na cara, das raparigas que ejaculei na face. Sou demasiado frontal, claro que sim. Mas adoro a cultura egípcia. Conheço as flores pelo nome. Sou heterossexual. Já joguei ao berlinde. Já tive um grande amigo, chamava-o colhão. Era o Amstrong. Gostava de ter uma casa numa árvore para puder esgalhar o pessegueiro. Tenho medo de cobras. A minha namorada não. Adoro o meu pénis. Se soubessem o quanto adoro o meu pénis. O meu pénis é bonito. A beleza que há em mim, está toda concentrada no pénis. A minha namorada é invisível,não dou por ela. Tenho cabeça. Quebra de tensão, ainda bem que já fui electricista. Será que os aliens se sentem alienados? Não estudei para doutor. A minha mãe dizia para não brincar com comida. É por isso tudo e mais alguma coisa, que não sei o que as mulheres pensam, tenho a cabeça cheia de coisas sem interesse.A única coisa que sei. é que elas são o ser mais perfeito do mundo. E que faço ciúmes ao Quasimodo.  

Já estão fartos, não estão? Então vão lá à vossa vida. Lembrem-se, se estudar fosse uma coisa importante, os professores não seriam nómadas. Os professores são ciganos? Talvez, mas isso, deixo para uma nova oportunidade. Sou um clitóris humano, sou facilmente excitável. Ainda bem que existem, para me fazerem descer à terra. Obrigado,feios. 

ESCRIAR #70 - BANALIDADES #60

Então meus peruanos que mudaram de nacionalidade, para brasileira, só porque gostavam mais de picanha. Estão confortáveis, ou temos que ir à Moviflor? Sei que não sentiram a minha falta, por isso dispenso falsidade, contudo não dispenso o sexo. Com as vossas amigas. Boas de preferência. Tenho um pouco de receio, em comer comida fora de prazo. Da última vez, fiquei uma semana no Hospital. Aquela enfermeira era safada. Posso dar mais detalhes? Claro, era brasileira. 
Vamos dançar a salsa num rego de tomates, sensualidade que eclode às 11:59, quando está solinho, faz mal à cabeça, mas bem aos tomates. Dá jeito dançar salsa, num rego de tomates? Não sei,acho essa ideia estúpida. Apenas achei que as piadas com tomates, tinham falta de ritmo.

Como é do meu apanágio, vou-vos cumprimentar, aquela rotina que nunca é igual, que só se chama rotina, porque não me lembro de outro nome, podia dar-lhe o nome de eleições. Mas aí, voto em branco. E aí metia, a igreja ao barulho. E meninos. E pronto,caía na rotina.
Agora é que é, então meus salmões que só escaparam porque o urso não gosta de peixe, como será o pôr do sol, para umas calças verde menta?  Adoro-vos, um carinho tão grande, que não me deu espaço na memória para me recordar do vosso nome. Fingimos que temos todos Alzheimer, ou então que somos casados pode ser? Assim ficamos só com a parte boa, o sexo. E sim o dinheiro, deixo no sítio do costume. 
Lembrei-me de uma coisa, não me importava de ter cancro, como assim, ando sempre de cabelo rapado. Só não sei se a quimioterapia também me faria cair a barba. Por um lado, gosto-me de ver barba, por outro não me importava. Sem barba pareço mais novo. 
Hoje é dia do pai, e também é o dia do Pai da Fanny. Quem é a filha do Pai da Fanny? A Fanny. Acho que está mais magra, fez duas lipoaspirações. Calhou bem,  agora percebo o sucesso do Pai da Fanny. A banha da cobra é boa. Porque é que ninguém sabe o nome do Pai da Fanny? Não faço ideia, mas tenho uma ideia. Para que foi isto? Gosto de brincar com palavras, e de fornicar. Mas mais com palavras. A próxima campanha do azeite Galo, vai ter como protagonista o pai da Fanny. E já agora, vou-vos dizer algo com uma utilidade só equiparável, a uma faqueiro de 456 facas que só serve de decoração. Se colocarem o Pai de, o google sugere o pai da Fanny. Bem vou mudar de tema, que não posso abusar das gorduras, ainda que seja azeite.

Sou uma pessoa com dúvidas, ainda assim não sou duvidoso, podia simplificar dizendo que sou só parvo. Porque é que os sem-abrigo, ao domingo, pegam no trabalho mais tarde?
Se Deus gosta de ser apedrejado, então quer dizer que Deus é uma mulher?
Se José Sócrates é sério, como é que vive num dos bairros mais caros de Paris, sem ter trabalho? Será que foram as novas oportunidades? Será que tem direito a fazer Erasmus? Se sim, será que ele e o Vale Azevedo são amigos? Quanto tempo mais precisa, a justiça inglesa para descobrir a careca do Vale e Azevedo? 
Não me importava de declarar falência, se for para viver num bairro de luxo.
Será que na escola, ensinaram-me mal o significado de falência. Será que é enriquecimento ilícito? 
Será que o Passos Coelho, pode apanhar Lepra? Se o país cair no marasmo Económico, será que o Euro parte uma perna?
Para quando o funeral do Mário Soares?
Porque será que existe cada vez mais molhos, nos hipermercados. Ainda sou do tempo que era só maionese, Ketchup e na loucura mostarda. Já chega de molhos não chega? O meu frigorífico não consegue guardar tantos. E não tenho grande memória, ou sei o nome de todos os molhos, ou sei o nome dos meus pais. As duas coisas é impossível.
Já vos deixei a pensar, ia falar de mudos, mas se calhar era falar demais. Fica para outra altura, quando falar de anões. Esses braços no ar, só para os manetas. A todos que me acompanham só tenho uma coisa a dizer, vou para casa, parem de me seguir.

Palmadinha no rabo no Glóbulo Vermelho que já foi branco, mas aleijou-se à coisa 25 minutos, disse-me uma plaqueta. Espero que o mundo não acabe enquanto esteja a ver aquele programa onde aparece o Toy e a Sónia Brazão. Era uma imagem muito triste. Teria que mentir, quando chegasse ao céu.
 

SENTIMENTOS SOLTOS #3

Sei da vida, pelo que li nos livros. A vida é poesia. Ela fica, os poetas não. Queres ser profundo, respira silêncio, perpetua rituais que ninguém conhece. Inclina-te para a frente, olha nos olhos da morte, e diz-lhe ainda não. Razões para viver? A vida é feita de diferenças. Soma de pequenos momentos, todos diferentes. Tu és zero, o meu expoente, és a minha primeira, a minha única. Não anseies pelo momento seguinte, aprecia este. Depois será tarde. Nos momentos não há tardinhas. Há momentos impagáveis, não desperdices o que não tens. Não chores, ri-te enquanto tens fôlego, dá passos pequenos, aprecia o pequeno, assim serás grande. Em criança fui génio, agora sou um analfabeto licenciado em desilusões. A intensidade do desconhecido dá-me pica, não me verga, o presente pede-me sempre explicações. Por mais triste que esteja, sonho. Tenho sonhos para troca. Alguns não trocava por nada. Nem pela realidade. Tranco-me num quarto, e sonho, essa é a minha realidade. Aqui sou o vencedor. Não pretendo mudar nada. Apenas o que penso. Podes entrar na minha vida, mas nos sonhos ficas à porta. Até já, vou sonhar.

SENTIMENTOS SOLTOS #2

Beijei-te como se fosses a última. Durou tão pouco. Enquanto durou, Uma eternidade em cada momento que tivemos juntos. Ampulhetas que ficaram a meio. Ainda tenho tempo, não sei o que fazer com ele. Gosto de todas as cores, sou monocromático. Filtro uma cor de cada vez. Às vezes findo, antes de começar. A direcção é irrelevante quando estás perdido. Que sentido é o da vida,quando já perdeste o Norte. Uma vida a desvanecer. Luto sem ter força. Semeei tanto, colhi tão pouco. Sou uma ampulheta, sinto a vida a escorrer das minhas mãos. Sinto-me confuso pelo fim, sinto saudades do princípio. Perdi a inocência no mesmo sítio onde conheci a maldade humana. Sapiente inconsciente.Intermitente, nunca nas dúvidas. Dunas dobradas, cabos que me atormentam. Retraio-me para a vida. Digo coisas para o ar, para entreter a minha consciência. Ali fico, a meter conversa com o precipício. Caí numa ilusão. Sou uma miragem.

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